quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Nossa casinha de Kauai

Quando resolvemos vir para o Hawaii de novo, escolhemos o Kauai como um dos destinos, além de Oahu. Pesquisamos e vimos que, além de lindíssima, essa ilha, a primeira a ser habitada, é menos populosa e mais rústica do que as outras que conhecemos (Oahu e Maui). A capital Lihue, fica no lado leste da ilha. No Noroeste está a Napali Coast, com suas enormes falésias de até 1.200m, acima do Pacífico! O North Shore tem as praias mais bonitas e no sul fica Poipu, outra praia famosa do Kauai. 
Optamos por alugar uma casa do lado leste da ilha, cidade de Kapaa, que, pelo que soube, é uma das maiores (na verdade, é mínima), perto da capital Lihue. Estamos bem no meio, entre o north shore o sul. Localização bem central que facilita os passeios, uma vez que não existem estradas cortando a ilha, apenas pelo litoral.
O condomínio escolhido, Lae Nani, fica em frente a uma prainha linda com uma piscina natural cercada de pedras e corais, onde as crianças podem ficar a vontade. Nossa casinha é lindinha e bem equipada, tem tudo de que precisamos. Lucas adorou: "casinha maneirinha, mandaram bem!"A cozinha tem sido bem usada! Pão com ovo, macarrão, feijão, carne moída! To virando mestre cuca!!! Meu filhote, após provar um típico prato brasileiro feito por mim (macarrão, feijão e frango comprado pronto), até elogiou: "ai, mãe, arrasou!" rssss. O que a fome não faz...

Nossa sala


Condomínio

Varandinha


Piscina natural

Prainha em frente ao condomínio

O nascer do sol na nossa prainha

Por do sol na piscina

Super jantar! Delícia!

Relax na varanda

Na nossa primeira manhã, vimos uma foca havaiana na areia aqui pertinho. Fofa! Meu pequeno desbravador descobriu, andando com o Julio pelo condomínio, um "mirante" considerado sagrado. Lucas ficou super impressionado e já fomos lá várias vezes!







Meu pequeno adora viajar, mas sente muita falta de amigos/irmãos (culpa do pai que não quis lhe dar um irmão), por isso ficou super feliz quando conheceu e fez amizade com um menino da mesma idade e sua irmã de 8 anos, que estão na casa ao lado. Eles brincaram com o helicóptero de controle remoto do Lucas, ficaram correndo no gramado e entraram nas duas casas. Lucas amou! Fala sobre o Michael e a Jessy o tempo todo. 
Ontem fomos à praia em Poipu e eles também! Engraçado vê-los brincando no mar. Lucas cheio de intimidade com a água e o menino, que é de Idaho, ainda meio sem jeito... Em determinado momento, o Michal cansou de brincar na praia e resolveu ir para o parquinho que tem no gramado da praia. Lucas foi atrás e eu também! Rolei de rir com os dois brincando e o meu pequeno poliglota usando todo o seu inglês para se comunicar: "Camon Michal, chicken! Gou! Aiu guet iu, blu man (Michal estava de blusa azul)! Lets!" (foneticamente representados). Rssss. Foi muito engraçado, principalmente porque o Lucas não parava de falar e repetia essas frases, enrolando a língua! E as outras crianças entendiam! Achei a experiência ótima para ele ver que consegue se comunicar e já se faz entender em inglês, mesmo falando errado! 

Bom, agora tenho que ir pra praia! Depois escrevo sobre os passeios. Vocês não perdem por esperar...

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Voando sobre Kauai, the Garden Island!

Sobrevoamos o mar por quase seis horas até que vimos uma ilha linda, cheia de montanhas e mar azul! E aqui estamos nós, em Kauai!!!




Ainda no aeroporto, ligamos para a empresa que faz o passeio de helicóptero (Safari) e nos disseram que poderíamos ir no próximo voo, então seguimos direto pra lá. Aiiii, que medo!!! Os meninos superanimados! A princípio eu não queria fazer isso, porque não gosto de helicóptero (só tem um motor!!!), mas fui convencida pelos meus meninos que afirmaram que iriam de qualquer jeito e que eu poderia ficar esperando, aí achei melhor ir junto. Lucas ainda falou: "mãe, não precisa ficar com medo porque a gente não vai cair e se cair alguém resgata a gente."Então tá...
Fizemos o passeio com um casal americano e, para balancear o helicóptero, fui na frente, entre o piloto e a mulher, e os homens foram atrás. Quando decolamos, meu coração acelerou, fiquei tão nervosa que não parava de rir, totalmente abobalhada! A mulher ao meu lado estava com mais medo ainda e ficou apertando a minha perna o tempo todo! E eu ria, nervosa, ansiosa e maravilhada com tudo... Lucas ficou tranquilo, apreciando o voo, olhando para baixo como se estivesse num simulador. Julio idem! Confesso que no início também senti que estava em um dos simuladores da disney, mas, depois, quando o piloto começou a fazer gracinha e voar entre as fendas, comecei a pensar "se esse troço perder o motor aqui vamos cair como uma jaca e explodir lá embaixo e minha família só vai ficar sabendo da desgraça pela TV". Fiquei bem tensa, mas aí começou a tocar uma música linda da Enya, eu vi o mar infinito e azul, senti uma enorme paz, relaxei e aproveitei o momento, extasiada com tamanha beleza!






(Mais fotos assim que a internet melhorar, tá ruim demais...)

O voo foi demais, indescritível e as fotos não representam nem 10% da beleza e da grandiosidade das paisagens, nem da experiência fantástica que vivemos!!! Só vindo aqui e fazendo o passeio!
A conclusão: Deus existe mesmo, é muito bom e é incrível!!!

domingo, 11 de novembro de 2012

Reta final da corrida em LA


Nosso terceiro dia foi na Disneyland! O tempo estava feio e frio e o parque estava relativamente vazio, sem muitas filas (comecei bem este post: escrevendo parquet – MP - em vez de parque. rsss). Fomos direto para os brinquedos mais concorridos, porque o Lucas queria ir nos "radicais"! Andamos em todos os simuladores e montanhas russas! Estou ficando muito corajosa e descobri que também gosto disso! Rsss. Adorei a Space Montain!!! Bom demais, conseguimos ir duas vezes! Meu pequeno está mesmo crescendo, não quis tirar fotos com os personagens (“ah, a fila tá muito grande e eu já tenho foto com eles”), nem ir nas atrações mais infantis (“esse aí é meio bobo, vamos de novo na splash mountain!”). Foi muito divertido, fomos em vários brinquedos pela primeira vez (antes o Lucas não tinha tamanho e eu também não ia porque tinha medinho). Dei apenas uma pequena surtada quando, após uns 10 minutos de fila para ir na Matterhorn Bobsleds (acho que foi nessa), percebi que o Lucas tinha que ir sozinho! Aiiii, não gostei, mas consegui me controlar e fomos… Foi tenso. Rssss.




















Um detalhe: sobrei em quase todos os brinquedos “radicais” nos quais tínhamos que ir separados. Acho que o Lucas tinha receio de que eu o segurasse com força demais… rsss. Tadinho, meu pequeno ficou com medo de me magoar e várias vezes escolheu seu acompanhante no unidunite, parando o dedinho no Julio. Ok, é justo, foi o dedo que escolheu!!! Juro que não fiquei chateada… só um pouquinho.

Bom, já era noite quando saímos do parque. Paramos no Outback, pois o meu  pequeno carnivoro queria comer costela de porco! Delícia!

No dia seguinte, madrugamos novamente e pegamos quase duas hora de estrada até a Legoland, no caminho para San Diego. Muito legal e bem vazio! Achei a Legoland da Florida melhor, mas talvez tenha sido pela surpresa da primeira vez… Ao lado tem o Sea Life, cuja entrada saiu por menos de $15,00, comprando junto com o ingresso para a Legoland. Depois de irmos nos brinquedos mais legais, entramos no Sea Life, que nada mais é do que um aquário interessante. Valeu, foi legal!























Na volta, paramos em Newport Beach, cidade bem bonitinha, e deixamos uma mala (cheia de comprinhas) e uma mochila (com as roupas de neve) na casa do filho da minha amiga Helen! Nos livramos do problema de carregar mais estas malas para o Hawaii e espero não atrapalhar muito os donos da casa...

Seguimos para Los Angeles e, depois de jantarmos no Outback de novo, fomos para o hotel. Precisávamos arrumar as malas porque o voo para Kauai saía cedo no dia seguinte, mas, como já eram 20h (rsss), o cansaço nos derrubou e deixamos a tarefa para a madrugada… literalmente. O Julio colocou o alarme do celular para às 5h da manhã e fomos dormir. Pouco depois, soou o trim trim e levantamos sobressaltados. Pulei da cama, arrumei tudo enquanto o Julio tomava banho, depois fui pro chuveiro, me arrumei e, quando ia acordar o Lucas, olhei o relógio da cabeceira, que marcava 23:30! Imaginei que tivesse faltado luz e peguei o meu relógio de pulso, que também marcava esse horário!!! Hã??? Pois é, o meu distraído marido colocou o alarme no celular que estava no horário de Brasília!!! Bem típico…
Com tudo arrumado, voltamos pra cama e dormimos até às 5h da manhã daqui! Fizemos tudo rapidinho, entregamos o carro e fomos para o caótico aeroporto. Não suporto esse tal de “self checkin”! A gente tem que se virar, fazer tudo sozinhos, sem ninguém para ajudar e só aparecem funcionários na hora de cobrar pelo excesso de bagagem. Aí tem gente né?! Estávamos com apenas duas malas para despachar e, mesmo assim, o sujeito grosso responsável por pesar as malas queria nos cobrar $100,00, considerando que havíamos ultrapassado o limite de peso nas viagens domésticas. Acontece que, quando compramos as passagens, recebemos a informação do site de que cada um teria direito a duas malas com o peso permitido para viagens internacionais! Imprimimos essa informação prevendo que teríamos problema. E tivemos! Após explicarmos e mostrarmos o papel da reserva para o mal humorado funcionário da United, esse nos perguntou, em tom de deboche: “vocês estão vindo ou indo agora para o Brasil? Então, estão em um voo doméstico e têm que pagar pelas bagagens!” Aiiii, que raiva! Um português que estava ao nosso lado ouvindo tudo, disse que já fizeram isso com ele e nos ofereceu uma malinha, que, agradecidos, recusamos. Depois de um tempo, desistimos e resolvemos pagar, para, posteriormente, pedir o reembolso. O funcionário pegou nossos papéis, o cartão do Júlio e sumiu. Passado um tempinho, voltou e nos informou que o chefe tinha “liberado” as malas e não pagaríamos nada por esse gentileza (???). Menos mal… Esse confuso episódio serviu para eu ter certeza de duas coisas: 1) de que fizemos ótimo negócio deixando a superprancha do Julio no Brasil; 2) de que as companhias aéreas americanas estão cada vez piores.

Agora estamos no avião a caminho de Kauai. Há pouco, passaram as “aerosenhoras” oferecendo bebidas. Comemos nossos pães com queijo e presunto comprados no aeroporto. O senhor italiano ou grego da fileira ao lado veio mais preparado para o piquenique: trouxe pão, três ovos cozidos (ainda com cascas), queijos e salames! Putz, será que ele não sabe que no avião os gases aumentam? Vai virar o homem bomba!