Nosso
terceiro dia foi na Disneyland! O tempo estava feio e frio e o parque estava
relativamente vazio, sem muitas filas (comecei bem este post: escrevendo parquet
– MP - em vez de parque. rsss). Fomos direto para os brinquedos mais
concorridos, porque o Lucas queria ir nos "radicais"! Andamos em todos os
simuladores e montanhas russas! Estou ficando muito corajosa e descobri que
também gosto disso! Rsss. Adorei a Space Montain!!! Bom demais, conseguimos ir
duas vezes! Meu pequeno está mesmo crescendo, não quis tirar fotos com os
personagens (“ah, a fila tá muito grande e eu já tenho foto com eles”), nem ir
nas atrações mais infantis (“esse aí é meio bobo, vamos de novo na splash
mountain!”). Foi muito divertido, fomos em vários brinquedos pela primeira vez
(antes o Lucas não tinha tamanho e eu também não ia porque tinha medinho). Dei apenas uma pequena surtada quando, após uns 10 minutos de fila para ir na Matterhorn Bobsleds (acho que foi nessa), percebi
que o Lucas tinha que ir sozinho! Aiiii, não gostei, mas consegui me controlar
e fomos… Foi tenso. Rssss.


















Um
detalhe: sobrei em quase todos os brinquedos “radicais” nos quais tínhamos que
ir separados. Acho que o Lucas tinha receio de que eu o segurasse com força
demais… rsss. Tadinho, meu pequeno ficou com medo de me magoar e várias vezes
escolheu seu acompanhante no unidunite, parando o dedinho no Julio. Ok, é
justo, foi o dedo que escolheu!!! Juro que não fiquei chateada… só um
pouquinho.
Bom,
já era noite quando saímos do parque. Paramos no Outback, pois o meu pequeno carnivoro queria comer costela de
porco! Delícia!
No
dia seguinte, madrugamos novamente e pegamos quase duas hora de estrada até a
Legoland, no caminho para San Diego. Muito legal e bem vazio! Achei a Legoland
da Florida melhor, mas talvez tenha sido pela surpresa da primeira vez… Ao lado
tem o Sea Life, cuja entrada saiu por menos de $15,00, comprando junto com o
ingresso para a Legoland. Depois de irmos nos brinquedos mais legais, entramos
no Sea Life, que nada mais é do que um aquário interessante. Valeu, foi legal!
Na
volta, paramos em Newport Beach, cidade bem bonitinha, e deixamos uma mala
(cheia de comprinhas) e uma mochila (com as roupas de neve) na casa do filho da
minha amiga Helen! Nos livramos do problema de carregar mais estas malas para o
Hawaii e espero não atrapalhar muito os donos da casa...
Seguimos
para Los Angeles e, depois de jantarmos no Outback de novo, fomos para o hotel.
Precisávamos arrumar as malas porque o voo para Kauai saía cedo no dia
seguinte, mas, como já eram 20h (rsss), o cansaço nos derrubou e deixamos a
tarefa para a madrugada… literalmente. O Julio
colocou o alarme do celular para às 5h da manhã e fomos dormir. Pouco depois,
soou o trim trim e levantamos sobressaltados. Pulei da cama, arrumei tudo
enquanto o Julio tomava banho, depois fui pro chuveiro, me arrumei e, quando ia
acordar o Lucas, olhei o relógio da cabeceira, que marcava 23:30! Imaginei que
tivesse faltado luz e peguei o meu relógio de pulso, que também marcava esse
horário!!! Hã??? Pois é, o meu distraído marido colocou o alarme no celular que
estava no horário de Brasília!!! Bem típico…
Com
tudo arrumado, voltamos pra cama e dormimos até às 5h da manhã daqui! Fizemos
tudo rapidinho, entregamos o carro e fomos para o caótico aeroporto. Não
suporto esse tal de “self checkin”! A gente tem que se virar, fazer tudo
sozinhos, sem ninguém para ajudar e só aparecem funcionários na hora de cobrar
pelo excesso de bagagem. Aí tem gente né?! Estávamos com apenas duas malas para
despachar e, mesmo assim, o sujeito grosso responsável por pesar as malas
queria nos cobrar $100,00, considerando que havíamos ultrapassado o limite de
peso nas viagens domésticas. Acontece que, quando compramos as passagens,
recebemos a informação do site de que cada um teria direito a duas malas com o
peso permitido para viagens internacionais! Imprimimos essa informação prevendo
que teríamos problema. E tivemos! Após explicarmos e mostrarmos o papel da
reserva para o mal humorado funcionário da United, esse nos perguntou, em tom
de deboche: “vocês estão vindo ou indo agora para o Brasil? Então, estão em um
voo doméstico e têm que pagar pelas bagagens!” Aiiii, que raiva! Um português
que estava ao nosso lado ouvindo tudo, disse que já fizeram isso com ele e nos
ofereceu uma malinha, que, agradecidos, recusamos. Depois de um tempo, desistimos
e resolvemos pagar, para, posteriormente, pedir o reembolso. O funcionário
pegou nossos papéis, o cartão do Júlio e sumiu. Passado um tempinho, voltou e
nos informou que o chefe tinha “liberado” as malas e não pagaríamos nada por
esse gentileza (???). Menos mal… Esse confuso episódio serviu para eu ter
certeza de duas coisas: 1) de que fizemos ótimo negócio deixando a superprancha
do Julio no Brasil; 2) de que as companhias aéreas americanas estão cada vez
piores.
Agora
estamos no avião a caminho de Kauai. Há pouco, passaram as “aerosenhoras”
oferecendo bebidas. Comemos nossos pães com queijo e presunto comprados no
aeroporto. O senhor italiano ou grego da fileira ao lado veio mais preparado para
o piquenique: trouxe pão, três ovos cozidos (ainda com cascas), queijos e
salames! Putz, será que ele não sabe que no avião os gases aumentam? Vai virar o homem
bomba!